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quinta-feira, 11 de março de 2010

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Bing ganha mercado; Yahoo caminha para morte lenta

Posted: 10 Mar 2010 12:39 PM PST

O Yahoo já foi maior

Dados da empresa de pesquisa ComScore mostram que, apesar dos esforços da Microsoft, o Bing tem feito pouco para ameaçar a soberania do Google no concorrido mercado das buscas pela rede. Pelo contrário, o grande prejudicado com sua presença tem sido seu amigo de fé e irmão camarada Yahoo, que assiste seus usuários lentamente irem embora.

Os números mostram que no último mês de fevereiro a participação do Google nas buscas foi de “apenas” 65,4% (-0,1% em relação a janeiro), contra 16,8% (-0,2%) do Yahoo e 11,5% (+0,2) do Bing.

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Apesar de parecerem variações modestas, os dados ficam mais claros quando comparados com os dos ano passado: em fevereiro de 2009 o Google tinha 63,3% do bolo, contra 20,6% do Yahoo e 8,2% do MSN – o Bing só foi lançado em julho de 2009.

Bom lembrar que no começo deste ano a Microsoft e o Yahoo selaram um acordo de cooperação em que o Bing passaria a dar vida ao sistema de buscas de seu parceiro, que por sua vez se limitaria a selar acordos comerciais.

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A polêmica do modelo freemium

Posted: 10 Mar 2010 12:32 PM PST

A AppStore, apesar do estabelecido sucesso e da imensa penetração de mercado, sofre muito com a pirataria – desenvolvedores que mantém registros de usuários online usando seus apps comentam que pra cada 10 usuários conectados aos seus servidores, houve 2 vendas. A dificuldade de piratear aplicativos e jogos no iPhone está no mesmo patamar daqueles brinquedos pra crianças de três anos, em que você precisa encaixar a formas geométricas nos buracos de formato correspondente. E não pense que a falta de escrúpulos é uma característica exclusiva do brasileiro, não – a pirataria na AppStore come solta ao redor do globo.

Além da pirataria, há um outro problema no horizonte que assustava desenvolvedores há algum tempo – a entitulada “corrida ao fundo do poço”. O ecossistema da AppStore condicionou o consumidor a esperar incontáveis apps de 99 centavos; na mente do usuário comum, este é o preço “padrão” da loja virtual.

O problema é que volta e meia desenvolvedores mais ambiciosos dedicam o tempo e o dinheiro pra produzir jogos que fogem do molde de simples minigames com tela de toque e se aproximam muito do padrão de um console portátil dedicado. E pra recompensar o esforço, a base do preço precisa ser um pouco maior – 7, 8, 9 dólares. A quantia não pareceria absurda, não fosse a impressão do usuário comum da AppStore que 99 centavos é o valor “certo” de um jogo.

O modelo, diziam os especialistas da área, parecia inviável. Ao passo de que jogos de produção mais onerosa eram lançados e fracassavam nas vendas (ou se submetiam a descontos bastante significantes apenas pra tentar recuperar o gasto de desenvolvimento), o incentivo pra esse tipo de produção despencava. E a lista dos jogos mais vendidos seria dominada por clones de bejeweled, paciência e joguinhos de sons de peido, tudo por 99 centavos – aniquilando o crescente potencial da plataforma pra jogos “de verdade”.

Entra a ngmoco:), uma empresa de desenvolvimento de jogos pra iPhone e iPod touch iniciada por um ex-executivos da Electronic Arts e da Sega. A gamehouse introduziu o modelo “freemium“, que significa “grátis pra jogar, com uma lojinha onde você pode comprar itens por dinheiro de verdade”. O primeiro jogo a trazer esse modelo foi Eliminate Pro, um jogo de tiro em primeira pessoa.

O jogo te dá um número pre-determinado de “células energia”. Ao jogar, você as gasta. Quando as células acabam, você precisa esperar que elas recarreguem pra poder jogar de novo. Se você quiser continuar jogando, basta comprar células na lojinha do jogo. Se você quiser jogar sem gastar nenhum centavo, você pode, mas o tempo de sua jogatina será limitado.

Na teoria parecia válido, mas logo ficou claro que o esquema não funciona num contexto de competição – os jogadores que não estivessem dispostos a gastar dinheiro não estariam presentes o bastante pra dominar o jogo; aqueles que gastaram mais teriam mais experiência e portanto familiaridade com Eliminate Pro. E isso, por sua vez, desencoraja novos jogadores.

A própria ngmoco:) admitiu que o modelo não funcionou conforme o esperado em Eliminate. Meses mais tarde, a empresa aposta novamente no modelo freemium, dessa vez com WeRule. O jogo é uma espécie de Colheita Feliz pro iPhone – um simulador de cidade em que você pode comprar “mojo” pra acelerar as construções e colheitas.

Em WeRule, os defensores argumentam, o modelo funciona melhor – como não há uma competição real, não há a necessidade de gastar dinheiro. Basta experimentar o jogo com a demora natural de qualquer jogo de simulação.

Entretanto, ainda há críticos. Muitos apontam que o jogo capitaliza em cima da impaciência humana – ao ver as cidades melhores desenvolvidas de seus amigos, até mesmo o jogador mais casual se sente tentado a acelerar suas construções, trazendo ao cenário do jogo uma competição indireta e forçando-o a gastar dinheiro. E pior do que gastar um valor pré-definido num jogo (seja 1 ou 10 dólares), não há um limite de quanto você acabará gastando em WeRule. No screenshot há uma opção de comprar 800 mojos por cinquenta dólares, um valor cinco vez maior do jogo mais caro da AppStore.

Por um lado o freemium permite ao jogador experimentar o jogo completo sem o pre-requisito de gastar dinheiro – o que inibe a pirataria (por que piratear um jogo gratuito? Os desenvolvedores não lucram com o download por si só, e sim com os jogadores que gastarão na lojinha). Por outro lado, há o perigoso potencial de acabar gastando uma quantia maior do que você esperava gastar. Eu mesmo meio que caí nessa armadilha, comprando dois frascos de 30 mojos por 10 dólares ao todo.

Seria um clássico exemplo do barato que sai caro, ou estamos vendo chifre em cabeça de cavalo?

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Facebook deve lançar concorrente para FourSquare

Posted: 10 Mar 2010 11:39 AM PST

Carmem Sandiego: ela não usa serviços de geolocalização

A partir do mês que vem os usuários do Facebook poderão fazer um novo tipo de atualização de status em seus perfis: além das clássicas notas com pensamentos, notícias, links e o inevitável Farmville (eca), poderão exibir sua localização geográfica em tempo real para seus contatos, a partir de uma app própria.

Segundo informações levantadas pelo jornal New York Times, o novo recurso está em fase final de desenvolvimento e deverá ser apresentado oficialmente nas últimas semans de abril durante a F8, conferência anual de desenvolvedores da rede social de Mark Zuckerberg.

A novidade mira no sucesso do FourSquare, serviço de geolocalização fundado há um ano pelos desenvolvedores Dennis Crowley e Naveen Selvadurai que tem se tornado muito popular entre os proprietários de smartphones. Como curiosidade, Crowley foi um dos responsáveis pelo site Dodgeball, que foi comprado em 2005 pelo Google e que hoje em dia é mais conhecido como Google Latitude.

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HP pode ser obrigada a fazer recall na China

Posted: 10 Mar 2010 10:44 AM PST

Problemas apresentados em 170 notebooks vendidos no mercado chinês podem fazer com que a fabricante Hewlett-Packard seja obrigada a realizar um recall de alguns modelos vendidos no país, conforme reporta o jornal Financial Times.

Segundo ação protocolada no órgão local de Administração Geral de Supervisão de Qualidade (que nome pomposo), “há pelo menos dois anos” a gigante-norte-americana tinha conhecimento de que determinados modelos equipados com placas-mãe com chipset Nvidia podiam apresentar defeitos por conta de aquecimento excessivo, e que nada foi feito para solucionar o problema.

Os advogados dos reclamantes também apontam uma suposta discriminação contra os consumidores chineses, já que os “prazos de garantia oferecidos nos EUA são maiores” e que os clientes americanos são “compensados pelo custo do transporte de suas máquinas até a assistência técnica”. Na ação, os representantes dos consumidores que se sentem lesados pedem que a HP recolha os notebooks potencialmente defeituosos e os substitua por equipamentos novos.

Além de ser a primeira ação de classe que a HP enfrenta fora dos EUA, o caso também pode abrir um precedente legal na China, país que “tem uma política rigorosa sobre a qualidade de produtos, mas não conta com uma política específica de direitos do consumidor”, como lembra o FT.

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Twitter vai prevenir ataques via links encurtados

Posted: 10 Mar 2010 06:04 AM PST

É certo afirmar que a maioria dos ataques à contas do Twitter ocorre porque usuários desavisados clicam em links maliciosos (muitas vezes curtos devido à própria restrição de 140 caracteres) e, de uma maneira ou de outra, colocaram o controle dos seus perfis nas mãos de hackers. Del Harvey, diretora de segurança do Twitter, garante que a partir de agora esse tipo de problema com links curtos se tornará escasso.

Segundo Harvey, o serviço de microblog lançou ontem um sistema que detecta, intercepta e previne que ataques do tipo phishing se propagem através de links encurtados. Primariamente apenas os links enviados por mensagem direta (DM), principal fonte desse tipo de ataque, passarão por esse sistema, que não será visto pelo usuário.

Alguns desses links serão encurtados usando o próprio encurtador de URLs do Twitter, twt.tl, que também não está disponível para uso do público em geral. Caso o link seja detectado como malicioso, os usuários que clicarem serão redirecionados para uma página avisando da ameaça. As demais URLs publicadas no site, com exclusão de links curtos, já passam por um filtro anti-phishing (o mesmo usado pelo Google) que impede a publicação de endereços de sites que contenham vírus e outros programas maliciosos.

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